Nos últimos anos, o setor de mineração passou por uma intensa transformação tecnológica, com a ampliação do uso de sensores inteligentes, automação e monitoramento contínuo. Esse avanço resultou na geração de volumes cada vez maiores de dados, em alta velocidade e a partir de múltiplas fontes, tornando mais complexo o processo de análise e tomada de decisão.
Diante desse cenário, a segurança das estruturas passou a exigir análises mais rápidas, integradas e assertivas. É nesse contexto que surge o SHMS – Slope Health Monitoring System.
Mais do que uma sigla, SHMS representa a modernização da gestão de riscos geotécnicos, permitindo identificar situações anômalas antes que elas se tornem críticas. Mas afinal, o que exatamente é o SHMS, como ele funciona e por que está se tornando um pilar essencial para o monitoramento geotécnico moderno?
O SHMS é um sistema que utiliza sensores, redes de comunicação e softwares analíticos para monitorar continuamente a integridade de estruturas geotécnicas (barragens, taludes, outras).
Ele é um sistema agnóstico, compatível com qualquer tipo de instrumento, capaz de integrar dados de diferentes parâmetros como deformação, deslocamento, vibração, poro-pressão e umidade, transformando essas informações em indicadores confiáveis para antecipar falhas sistêmicas ou de desempenho não esperado.
Em outras palavras, o SHMS funciona como o “sistema neural central de monitoramento” das estruturas, captando e interpretando sinais vitais em tempo quase que real.
O funcionamento do SHMS se baseia em três pilares principais:
Essa estrutura permite que equipes técnicas atuem de forma preditiva, seguindo o plano de resposta TARP definidos no sistema, reduzindo o tempo de resposta e aprimorando a segurança operacional.
Após os acidentes que marcaram o setor e com a evolução da Mineração 4.0, somada à crescente exigência por segurança e sustentabilidade, o SHMS se tornou um elemento estratégico de gestão de risco proativo.
Veja por quê:

Assista também uma explanação mais detalhada com o Engenheiro Geotécnico Jarleson, da Vale, apresentada no congresso GEOMIN – Geotecnia Aplicada à Mineração. No vídeo, ele aborda o tema “Monitoramento Geotécnico Automatizado em Obras de Descaracterização de Barragens” a partir do minuto 7’ (https://vimeo.com/1130358417?fl=ip&fe=ec), oferecendo insights relevantes sobre o uso de tecnologias avançadas de monitoramento no contexto de segurança e gestão de riscos.
Enquanto sistemas tradicionais exigem a coleta manual ou automatizada de diferentes sensores de forma não integrada, com análises realizadas posteriormente, o SHMS opera de maneira contínua e automatizada, oferecendo maior precisão dos dados e emissão de alertas em tempo real.
O SHMS é aplicável em barragens, taludes, pilhas de estéril, Ferrovias e infra estruturas civis, entre outros.
Sim. Plataformas modernas permitem integração no SHMS, ampliando a capacidade de análise e visualização geotécnica.
O SHMS transcende a integração de dados, atuando como uma solução escalável e de capacidade evolutiva para suporte à integridade estrutural e à segurança operacional na mineração.
Ao permitir decisões baseadas em dados, reduzir riscos e aumentar a confiabilidade das estruturas, o SHMS redefiniu o padrão do monitoramento geotécnico inteligente.
A Intelltech é uma empresa brasileira referência em soluções para monitoramento geotécnico e gestão de riscos, oferecendo sistemas de alto desempenho, desenvolvidos com equipe própria e integração total de dados.
O sistema SHMS da Intelltech combina instrumentação geotécnica, automação e inteligência analítica em uma única plataforma, capaz de unir dados de campo e análises avançadas em tempo real.
Com a Intelltech, empresas mineradoras têm acesso a uma solução robusta, confiável e adaptável às necessidades de cada operação, promovendo mais segurança, eficiência e controle sobre o comportamento de suas estruturas.
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