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O que os dados que protegem estruturas precisam que alguém proteja

O que os dados que protegem estruturas precisam que alguém proteja

Há uma pergunta que todo gestor de ativos faz antes de confiar os dados geotécnicos de sua operação a uma plataforma externa. Às vezes ela vem explícita. Muitas vezes, não.

A pergunta é: quem protege os dados que protegem as estruturas?

Cibersegurança é uma questão operacional

O monitoramento de taludes, barragens e pilhas de rejeitos opera sobre dados. Dados de piezômetros, inclinômetros, extensômetros, radares, pluviômetros. Dados que chegam em tempo real, que disparam alertas, que alimentam modelos preditivos e árvores de falha.

Se esses dados forem corrompidos, atrasados, interceptados ou inacessíveis no momento errado a cadeia de decisão se rompe.

A cibersegurança, nesse contexto, deixa de ser uma preocupação de TI. Ela se torna parte do protocolo de segurança operacional.

Operações críticas de mineração já sofreram paralisações por ataques ransomware. Sistemas SCADA foram alvo de intrusões que comprometeram o controle de ativos industriais. A pergunta não é se esse risco existe. É se a plataforma que você usa foi construída para resistir a ele.

Infraestrutura de confiança verificável

A Intelltech construiu uma resposta para isso em certificações auditadas por terceiros, renovadas continuamente.

A ISO 27001, com 100% dos requisitos de cibersegurança atendidos, governa o Sistema de Gestão de Segurança da Informação da plataforma. A ISO 27701 estende essa gestão para o tratamento de dados pessoais relevante para mercados como Austrália e Canadá, onde proteção de dados é critério de qualificação de fornecedores. O SOC 2 Type 2 vai além: não audita se os controles existem, mas se funcionam de forma consistente ao longo do tempo o que, para uma plataforma de monitoramento contínuo, é a única evidência que importa.

Mais recentemente, a Intelltech conquistou as certificações ISO 9001 e ISO 14001 que ampliam o escopo para a qualidade dos processos internos e para a gestão ambiental da operação. Para uma empresa que monitora estruturas cujo colapso tem consequências ambientais irreversíveis, a coerência entre o que ela entrega e como ela opera é essencial.

O conjunto essencial

Tomadas individualmente, cada certificação responde a uma pergunta. Juntas, elas constroem algo diferente.

O argumento de que uma empresa de tecnologia pode, e deve, ser responsável pela totalidade do ambiente em que opera. Pela qualidade do que entrega. Pela segurança da informação que processa. Pela privacidade dos dados que trata. Pelo impacto ambiental das suas operações.

Monitoramento geotécnico é, por natureza, uma atividade de longo prazo. Plataformas precisam evoluir sem interromper a continuidade dos dados históricos. Clientes constroem decisões críticas sobre o que a plataforma entrega.

Escolher um fornecedor de tecnologia nesse contexto é, de certo modo, uma decisão de governança. Uma decisão sobre em quem confiar a cadeia que começa no solo e termina na sala de operações.

As certificações da Intelltech não respondem a essa confiança com uma promessa.

Respondem com evidência.

Intelltech. Assegurando a continuidade da vida.

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