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Gestão de Riscos
TARP: como um gatilho se transforma em plano de ação dentro do SHMS

TARP: como um gatilho se transforma em plano de ação dentro do SHMS

Na gestão de estruturas geotécnicas, boa parte do acompanhamento de risco ainda depende de planilha manual. Um gatilho dispara, e o registro da resposta depende de alguém lembrar, consultar ações, anotar e escalar a tempo.

O módulo TARP, sigla para Trigger Action Response Plan, dentro do ecossistema SHMS, elimina esse intervalo.

O que é

O TARP é o módulo que dispara planos de ação a partir de um gatilho, automático ou manual. Não substitui o critério humano. Substitui o passo manual entre o sinal e o início da resposta.

O que ativa o processo

O gatilho que aciona um TARP pode assumir diferentes formas. Um alarme de instrumento, individual ou em grupo. Um alarme de instrumento espacial. Um alarme de operação. Uma árvore de eventos. Ou, ainda, um acionamento manual, feito por decisão de quem acompanha a estrutura. Automatizados ou manuais, todos levam ao mesmo efeito: um plano de ação entra em movimento.

O que fica registrado

Cada ativação preserva o contexto completo: instrumento, alarme, TAG, estrutura, tempo sem coleta e data de ativação. Nada precisa ser reconstruído depois. O registro nasce completo, no mesmo instante em que é ativado.

Três níveis, uma cadeia de responsabilidade

As ações se distribuem por nível de criticidade e área responsável. O nível gerencial acompanha e decide pela estrutura. A coordenação orquestra a resposta entre as áreas envolvidas. O nível técnico executa a ação em campo. Uma visão geral permite ver, a qualquer momento, quais estruturas têm TARPs ativas e em qual nível cada uma se encontra.

Relatórios sob medida

O sistema não cria os relatórios sozinho. Ele envia, no intervalo que cada equipe define, os relatórios que o próprio usuário configurou previamente. É possível montar relatórios dos mais variados tipos: TARPs ou ações vencidas, ações a vencer, histórico de TARPs concluídas, entre outros.

Por que isso importa

Cada funcionalidade do SHMS existe para identificar o risco antes que ele se concretize. O TARP é a extensão natural desse princípio: transforma o sinal em ação, e a ação em registro. É o tempo que a tecnologia devolve às pessoas para decidir antes que o risco se torne irreversível.

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